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O custo de recarga do carro elétrico em casa em 2026 gira entre R$ 101 e R$ 168 por mês — até 6 vezes menos do que abastecer com gasolina. Esse valor depende da tarifa de energia do seu estado, da potência do carregador e, principalmente, de uma estratégia simples que muitos proprietários ainda desconhecem: a tarifa branca. Neste guia, você vai entender como calcular, comparar e reduzir ao máximo o que paga para recarregar seu veículo elétrico.
Por Equipe Técnica Rekomobi | Especialistas em Mobilidade Elétrica | Atualizado em junho de 2026
Conteúdo elaborado com apoio de IA e revisado pela equipe de engenharia Rekomobi com base em dados reais de instalação e consumo. Fontes: ANEEL, ABVE, ANP.
Cenário atual: mais carros elétricos, mais atenção ao custo de recarga
Os veículos eletrificados já representam 21,1% das vendas de veículos leves no Brasil na primeira quinzena de junho de 2026 — crescimento de 152% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados da InsideEVs. No acumulado do ano, o mercado atingiu 210.800 unidades, expansão de 111,7% (ABVE). Com 2026 caminhando para superar 300 mil EVs vendidos, a questão do custo de recarga saiu das planilhas de especialistas e chegou às garagens de todo o Brasil.
💡 Sabia que? Um carro elétrico médio percorre 1.500 km por mês consumindo cerca de 225 kWh de energia — o equivalente ao consumo mensal de uma geladeira por 3 meses. Na tarifa branca fora de ponta, esse consumo custa menos de R$ 102.
Como calcular o custo de recarga do carro elétrico em casa
O cálculo é simples: km rodados ÷ consumo do veículo (kWh/100km) × tarifa de energia (R$/kWh). Veja um exemplo real com base em dados de 2026:
- Percurso mensal: 1.500 km
- Consumo médio do EV: 15 kWh/100 km
- Energia necessária: 225 kWh/mês
- Tarifa convencional residencial: ~R$ 0,75/kWh → custo: R$ 168/mês
- Tarifa branca fora de ponta: ~R$ 0,45/kWh → custo: R$ 101/mês
- Economia mensal com tarifa branca: ~R$ 67 (40%)
Compare com o custo da gasolina: 1.500 km em um popular (10 km/l) × R$ 6,00/litro = R$ 900/mês. A economia ao migrar para o elétrico com recarga doméstica ultrapassa R$ 700 por mês, ou R$ 8.400 por ano.
Tarifa branca: a estratégia mais eficiente para reduzir o custo de recarga
A tarifa branca é uma modalidade regulada pela ANEEL disponível para consumidores residenciais com medidor bidirecional. Ela cobra valores diferentes conforme o horário:
- Horário de ponta (geralmente 18h–21h): tarifa mais cara (+60% sobre a convencional)
- Horário intermediário (17h–18h e 21h–22h): tarifa intermediária
- Horário fora de ponta (22h–17h e fins de semana): tarifa mais barata (–35% a –40%)
Para o proprietário de EV que carrega à noite — iniciando a recarga às 22h e encerrando antes das 6h —, a tarifa branca representa a maior alavanca de economia sem nenhum investimento adicional. Basta solicitar a troca do medidor à distribuidora de energia e programar o carregador.
Em projetos que acompanhamos em 2025 e 2026, clientes residenciais com tarifa branca reduziram o custo de recarga em 38% a 42% em relação à tarifa convencional, dependendo da distribuidora e do estado.
Custo de recarga em condomínios e empresas
O cenário muda quando a recarga acontece fora de casa. Nos condomínios, o custo de recarga carro elétrico costuma seguir a tarifa do medidor coletivo — que muitas vezes já é mais cara que a residencial individual. A solução mais eficiente é instalar um submedidor dedicado na vaga, permitindo que o condômino pague exatamente o que consumiu na tarifa correta.
Nas empresas, a lógica se inverte: a tarifa comercial é geralmente mais cara, mas o volume de recarga e a possibilidade de usar carregadores inteligentes com gerenciamento de carga (load balancing) compensam. Carregadores de maior potência, como os modelos WEG WEMOB de 22 kW, permitem carregar mais veículos no mesmo período, diluindo o custo por veículo.
Rekomobi: soluções que maximizam a economia na recarga
A linha Riseon da Rekomobi foi desenvolvida para aproveitar ao máximo as janelas de tarifa branca. Com conectividade wi-fi e agendamento pelo aplicativo, o proprietário programa a recarga para o horário fora de ponta com um toque — sem precisar lembrar de conectar o carro toda noite.
Para frotas corporativas, os carregadores WEG WEMOB (7 kW, 11 kW e 22 kW) contam com gestão de carga inteligente, que distribui a potência entre os veículos conectados conforme a demanda da rede — evitando ultrapassagem de demanda e reduzindo a conta de energia da empresa.
Saiba mais sobre nossas soluções para carregadores para empresas e para condomínios.
Conclusão
O custo de recarga do carro elétrico em casa é, hoje, a maior vantagem financeira da mobilidade elétrica no Brasil. Com tarifa branca, wallbox programável e a instalação correta conforme NBR 17019, é possível pagar menos de R$ 102 por mês para rodar 1.500 km — enquanto o motorista de combustão gasta R$ 900 no mesmo percurso. Em 2026, com 210 mil EVs já emplacados e o mercado crescendo 111%, investir na infraestrutura de recarga doméstica deixou de ser luxo e se tornou decisão financeira inteligente.