Compartilhada, dedicada ou híbrida
As três modalidades de infraestrutura coletiva, com custo, escalabilidade e risco de conflito de cada uma.
Guia completo para síndicos e administradoras
Extensão ligada na tomada da área comum é sobrecarga, conflito entre condôminos e responsabilidade do síndico. Este guia reúne o caminho completo: aprovação em assembleia, medição individual por unidade, balanceamento de carga e o que a nova Diretriz Nacional SAVE dos Bombeiros passa a exigir da sua garagem.
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Do primeiro pedido de um condômino até a entrega da infraestrutura com ART: 18 capítulos escritos pela engenharia da Rekomobi para quem administra a decisão.
As três modalidades de infraestrutura coletiva, com custo, escalabilidade e risco de conflito de cada uma.
Submedidores, medição via OCPP e as três formas de cobrar o consumo de cada unidade — inclusive no boleto.
Como 20 carregadores de 7 kW operam dentro de uma entrada de 80 kW sem estourar a demanda contratada.
Benfeitoria necessária, útil ou voluptuária: o quórum de cada caso e a documentação da convocação.
Pontos de desligamento, sinalização, detecção, sprinklers, prazos — e a responsabilidade solidária do síndico.
O que é despesa coletiva, o que é custo do condômino e quatro modelos de rateio para levar à votação.
Também estão no guia: a NBR 5410 e a NBR 17019 aplicadas a garagens e subsolos, a plataforma de gestão e monitoramento do síndico, o controle de acesso por RFID e app, a estratégia de expansão para os próximos cinco anos e o impacto na valorização das unidades.
“A questão não é mais se o seu condomínio vai precisar de pontos de recarga — é quando o primeiro morador vai chegar com um veículo elétrico e encontrar o condomínio despreparado.” Rekomobi · Guia para síndicos e administradoras
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